sexta-feira, 22 de junho de 2012

Mais um caso de violência em casa noturna

A falta de segurança nas matinês para menores preocupa os pais



Mais um caso registrado de violência e roubo nas matinês para menores na zona norte de São Paulo. Um grupo de criança entre 12 e 17 anos foram roubados e agredidos dentro ds cada noturna Chilli localizado no bairro Parada Inglesa em São Paulo.

Segundo as meninas que frequentam o local , elas estavam em um grupinho quando sentiram mexendo em suas bolsas e quando viram tinham furtado seus telefones.

No mesmo momento um de seus colegas que estava dançando no palco, caiu e sem motivo algum outro grupo de meninos agrediram o menino de 15 anos com socos e pontapés.

“Quando vi que roubaram meu celular, corri para pedir ajuda para o segurança, e o mesmo me falou que não poderia ser feito nada” diz estudante Thalita Diegues de 16 anos

Já o menino logo ligou para seus pais que compareceram no local e chamaram uma viatura que demorou 40 minutos para chegar no local.

Após a chegada da polícia as vítimas foram encaminhadas para o 29º distrito policial foi feito um boletim de ocorrência e liberadas.

“Isso é muito comum nesses bares noturnos, os seguranças não estão preparados para lhe darem com esse tipo de situação mesmo por que eles trabalham com menores e é bem mais cauteloso” diz policia tenente Macedo

Os país das vítimas se sentiram indefesos e sem o que fazer, não sentiram apoio nem da casa noturna e nem da própria polícia que não pode fazer nada no local

“É um vergonha a gente paga um alto preço em um lugar que pensamos que é seguro, para nossos filhos se divertirem e de repente temos que socorrer eles por roubo e violência e o pior de menores onde vamos parar” diz Débora Patrícia mãe da vítima

Para o deputado Gilmaci Santos, líder do PRB, o caso precisa ser investigado com cuidado. "Este é mais um dos muitos casos de violência em casas noturnas, por isso é preciso melhorar e regulamentar a segurança destes locais".
O parlamentar é autor do Projeto de Lei 536/2011, que dispõe sobre os atos da segurança privada em danceterias, casas noturnas e afins no Estado. A propositura atribui a responsabilidade civil do estabelecimento em manter, não somente a ordem interna do local, bem como preservar quem está ali para se divertir.

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